No passado domingo, dia 8, cerca de 80 pessoas participaram no almoço dos 50 anos do Trevim, um momento de convívio, vivido em ambiente de festa num restaurante que proporciona uma vista panorâmica para a vila da Lousã.
Além dos discursos mais formais houve ainda lugar, desta vez, a espaços informais em que quem quisesse poderia partilhar uma canção com o auxílio de elementos do grupo “Novárvore”, com Ramiro Simões, João Rodrigues e Casimiro Simões, que foi responsável pela animação da tarde. Foi assim que o colaborador e membro da direção Carlos Ramalheiro entoou o seu hino ao Trevim. José Anselmo Vaz cantou músicas eternizadas por José Afonso, tais como “Bairro Negro” ou “Vejam Bem”. E neste ambiente de improviso descobriram-se talentos pouco conhecidos como a existência de duas almas poéticas em José Sequeira e Maria José Quaresma, que, inspirados pelo meio século de história do Trevim, lhe dedicaram alguns versos feitos na hora. E, por ser um jornal de causas, António Ramos de Carvalho fez um “brilharete” com a sua canção dedicada ao comboio da Lousã, escrita ainda na década de 60.

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