A Junta de Freguesia de Lousã e Vilarinho apresenta para 2018 um orçamento de 389.487 euros, menos 13. 597 euros que em 2017. Este facto não está relacionado com a diminuição de transferências correntes, até porque o Fundo de Financiamento de Freguesias é superior este ano. Deve-se, conforme refere o documento, a um cálculo de receitas com “realismo e rigor”.

“É uma proposta ambiciosa, um documento estruturante, que tem um quê de desafio”, referiu João Santos, deputado eleito pelo PS, cuja bancada votou favoravelmente o Plano de Atividades e o Orçamento, na reunião da Assembleia da União de Freguesias, no dia 27 de dezembro, no auditório da Biblioteca Municipal da Lousã. O representante do BE, Filipe Serra, também votou a favor, mas os três elementos do PSD votaram contra.

Só Paulo Magro, ex-candidato à esta Junta pelo PSD, pediu alguns esclarecimentos sobre o tipo de apoio dado à Associação de Desenvolvimento Cultural e Social dos Cinco Lugares (ADSCCL), afirmando também não considerar correta a associação da iniciativa “Noite Branca” com a requalificação da Rua do Comércio porque “não há requalificação nenhuma”.

O presidente da União de Freguesias, António Marçal, explicou que o apoio à ADSCCL é meramente “logístico”, estando até previstas obras nas instalações, para a as quais se pretende realizar uma candidatura a fundos de financiamento. Quanto ao evento “Noite Branca”, o autarca frisou que o que se pretende é uma “requalificação do uso” e “dar vida à rua”.

Continua na edição impressa do Trevim n.º 1369