R.C. Lousã, 36

St. Julian´s (Carcavelos), 0

Pela Lousã alinharam: André Rocha, Bruno Pereira e Miguel Padrão; Miguel Cândido e Lucas Pires, José Gonçalves, Diogo Graça e João Santos; Pedro Dias Santos e José Tomás Redondo; Jeremia Krutsch, Henrique Batista, Manuel Nogueira e Diogo Santos; Gonçalo Graça.

Jogaram ainda: José Machado, Victor Conceição, Guilherme Rodrigues , Sérgio Alves e Tiago Oliveira.

A equipa lousanense aguardava este jogo com alguma expectativa, face ao mau resultado em Setúbal, sabendo à partida que a equipa do colégio inglês de St.Julians tem uma escola muito boa de rugby.

Carlos Bill, o treinador Sub-16, fez ver aos seus jogadores a necessidade de limparem a imagem de Setúbal.

E isso percebeu-se logo nos primeiros minutos onde o domínio lousanense era total.

Depois de marcado o primeiro pontapé de penalidade, foi a vez das linhas atrasadas começarem a desenvolver algumas jogadas, não dizemos de bom nível, pois davam pouca profundidade à corrida, mas o suficiente para manterem os visitantes sob pressão.

Pressão que deu resultados com mais dois ensaios transformados aos 18 e 23 minutos colocando o resultado ao intervalo em 17-0.

Mas não se pense que foi fácil, já que ao nível de jogo no solo, as “princesas” de Bill, como ele carinhosamente trata os seus atletas, não estiveram nada bem. Os “ingleses” disputaram muito bem todas as bolas e conseguiram muitos “turn-overs” de boa qualidade.

Na segunda parte, a pressão manteve-se pelas linhas atrasadas, tal como os erros na disputa de bolas no solo. Ou o Bill “põe ordem na casa”, aumentando a capacidade de disputa dessas bolas, ou a equipa vai continuar a sofrer desnecessariamente. Mesmo assim, nesta segunda parte, as linhas atrasadas da Lousã marcaram mais três ensaios dos quais dois foram transformados com o resultado final a atingir os 36-0. Nota positiva para o bom espírito dos St. Julian’s que merecia marcar alguns pontos na Lousã.

Continua na edição impressa do Trevim n.º 1374