A exposição “O Traço da Justiça”, que inclui duas exposições de cartune organizadas para comemorar os 50 anos do jornal Trevim, terminou o seu périplo por vários concelhos da Beira Baixa – Castelo Branco, Belmonte, Proença-a-Nova, Fundão ­­-, regressando ao Tribunal Judicial da Covilhã, de onde tinha partido. A receber a mostra, organizada pelo humorista Osvaldo Macedo de Sousa, estava, no dia 23, um espaço apetrechado com mais duas exposições e outras tantas em perspetiva.

Tendo servido como pontapé de saída para realizações culturais de diversa índole, o juiz presidente da Comarca de Castelo Branco e colaborador do Trevim, José Avelino, destacou ao nosso jornal a aceitação positiva que teve a mostra de desenhos satíricos de cartunistas vindos de 15 países, e que já esteve patente na sala de exposições da Cooperativa Trevim.

“Verificou-se uma grande aceitação por parte de um conjunto de escolas que foram visitar a exposição, Castelo Branco foi a primeira e o nosso segurança dizia que todos os dias havia pessoas interessadas em visitar a exposição, diziam que era uma coisa original, uma área em que a justiça nunca se tinha intrometido, mas que acho que se deve intrometer, porque a justiça também é cultura”, referiu José Avelino aos órgãos de comunicação social, momentos antes de inaugurar as duas mostras “O Arquivo do Tribunal da Covilhã” e “A Justiça nos Lanifícios do Século XIX” que resultaram de investigações no sótão do tribunal, distribuídas pelo átrio.

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