Com um tempo mais convidativo que o habitual, centenas de pessoas deslocaram-se, dia 3 de fevereiro, à Feira Anual de São Brás, organizada pela Comissão da Fábrica da Igreja Paroquial de Serpins, para venerar o santo protetor das gargantas ou para espreitar os produtos que dezenas de feirantes trazem todos os anos ao certame.

Num domingo solarengo, praticamente todo o recinto do Cabeço da Igreja de Serpins encheu-se de bancadas com vestuário e produtos para o lar, mas também com frutos secos – onde não faltam os tradicionais figos -, queijos, enchidos, confeitaria, plantas e até ferramentas.

Vinda da Mealhada, Maria Lousada, começou a rechear a sua a banca às 6:30, com produtos confecionados apenas por si. Arrufada, pão de deus, regueifa, bolinho de gema, suspiros e cavacas são algumas das delícias que traz à feira de São Brás há quase 12 anos. Apesar de o lucro já ter sido maior, Maria Lousada, pasteleira há mais de quatro décadas, faz questão de estar presente e espera continuar a participar no evento em anos vindouros.

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