Com o objetivo de continuar o combate à disseminação da vespa velutina no território, a Cooperativa Lousamel lançou uma campanha de recolha de garrafas e garrafões de plástico para a construção de armadilhas.

Trata-se de dispositivos artesanais, fáceis de executar, criados para a captura da espécie invasora sem “prejudicar insetos polinizadores e outros elementos igualmente importantes para a biodiversidade”, explicou ao Trevim, Ana Paula Sançana, diretora executiva da Lousamel.

Para construir a armadilha, é necessário cortar a zona do gargalo de um garrafão, virá-la ao contrário e encaixá-la novamente no recipiente já cortado, seguindo depois para o corte de uma garrafa de 1,5 litros cujo resultado final deverá assemelhar-se a um “toldo”, impedindo assim a a entrada de água para a armadilha. As vespas, atraídas por iscos açucarados sólidos colocados no fundo do garrafão, “entram pelo gargalo mas não conseguem sair”, explica a responsável, reforçando que “são realizados vários orifícios para permitir a saída de outros insectos”.

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