No dia 31 de maio arrancou da porta férrea da Universidade de Coimbra, a 53.ª edição do Rali de Portugal, sétima etapa do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC), em direção ao troço da Lousã, primeira classificativa da competição, organizada pelo Automóvel Club de Portugal. Os concorrentes seguiram depois para as classificativas de Góis (18,78 km) e de Arganil (14,62 km), tendo regressado posteriormente para uma segunda volta a este percurso.

Os trinta e seis graus de temperatura máxima e o piso seco dificultaram a tarefa aos cerca de 60 pilotos inscritos, que fizeram duas passagens no troço lousanense, de 12 quilómetros cada uma, em piso de terra, com 19 curvas em gancho.

As “Zonas de Espetáculo” (ZE), limitadas por questões de segurança, encheram-se de milhares de pessoas que tiraram o dia para assistir à prova, servindo-se de várias estratégias para suportar o calor e o pó que se foi levantando por todo o troço. Uma verdadeira romaria à serra da Lousã, que já não se via há 21 anos, altura em que o rali deixou de passar no concelho. A festa do automobilismo começou aliás, para muitos, ainda no dia anterior, transformada num pretexto para a acampar durante a noite na serra e assim, não perder o lugar.

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