A Status – Escola Profissional da Lousã (EPL), situada na Rua Dr. António Lemos (acesso à Fábrica do Prado), vai ocupar as instalações da antiga Escola Primária da Lousã, junto ao Mercado Municipal. O contrato de comodato a celebrar entre a Câmara Municipal e a Emequatro, sociedade detentora da instituição de ensino, tem um prazo de 9 anos e foi aprovado por unanimidade na reunião da Assembleia Municipal (AM) da Lousã, que decorreu dia 27 nas Levegadas.

No debate sobre este assunto, Isabel Seco, deputada municipal eleita pelo PS, questionou o Executivo sobre a anterior promessa de instalação de uma Loja do Cidadão na Escola do Mercado. Segundo a deputada, a transferência da EPL, agora designada Status, para aquele local “contraria a informação prestada pelo presidente em outras sessões da AM dando a perspetiva do imóvel ser para uma Loja do Cidadão”.

O presidente da Câmara, Luís Antunes, confirmou que “todo o processo foi desenvolvido para a criação de uma loja do cidadão, contudo o orçamento mais baixo identificado foi de 600 mil euros”. Segundo explicou, “o financiamento máximo de fundos comunitários para este tipo de projetos é de 350 mil euros e a Câmara não tem orçamento para fazer face à diferença de cerca 250 mil euros”, já que “tem outros projetos na área da regeneração urbana, onde tem de colocar capitais próprios”.

Quanto ao critério de cedência da antiga escola a uma só entidade, José Duarte, eleito pelo PSD, questionou o Executivo sobre a hipótese de “outras (entidades) quererem também apresentar um projeto”. Tendo em conta que a EPL, instituição de utilidade pública, pertence a uma empresa privada, perguntou ao edil “se foi considerada a possibilidade de um contrato de arrendamento, ou outra contrapartida mais vantajosa para a autarquia”.

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