A Rua do Comércio e a parte histórica envolvente já foi um centro de excelência para a compra dos artigos mais necessários do quotidiano. Antes da proliferação das lojas chinesas e dos hipermercados pela Lousã era ali que se compravam, desde os móveis aos eletrodomésticos, das revistas aos parafusos. O comércio era praticamente "casa sim", "casa sim" e hoje são poucas as lojas que resistem ao aumento das despesas e à escassez de lucro
Uma conta de multiplicar que Jorge Carvalho não terá conseguido calcular, no âmbito das perícias médico-legais efetuadas ao industrial, foi realçada durante as alegações finais do processo que pretende provar a inabilitação do cidadão já falecido, para gerir a sua vida e o seu património