Valter Martins, que reside com Liliana Branco na Silveira de Cima, ainda aguarda resposta ao pedido de apoio público que fez após a sua habituação móvel ter sido consumida pelas chamas no fogo de 14 de agosto de 2025.
Entretanto, o casal já vive há alguns meses na habitação de xisto que está ainda a reconstruir, um trabalho em que teve ajuda de amigos.
Contactado pelo Trevim, um ano após o incêndio, Valter Martins disse ter recebido apoio para reconstruir um barracão agrícola que também ardeu, mas, no que se refere à casa móvel, “ainda nada”.
O morador indicou que o requerimento foi feito através da Câmara da Lousã. A casa móvel era uma solução temporária até concluírem a sua habitação.
Leia a notícia completa na edição n.º 1594 do Trevim.
0 Comentários