Estão já vendidos sete dos oito quadros que integraram o leilão solidário de arte promovido pelo Trevim no dia 20, na sua sede, onde as obras continuam expostas até ao fim de janeiro, e a restante ainda pode ser adquirida.
Composta maioritariamente por trabalhos doados por artistas locais, a realização cultural teve a presença da vice-presidente da Câmara da Lousã, Ana Paula Sançana, e da vereadora da Educação, Cristina Silva, além de outros amigos da Cooperativa Trevim e do jornal.
“Hoje em dia, a arte não é só puro deleite, também é um investimento, ainda mais aqui com autores em grande parte da Lousã”, disse o presidente da direção da Cooperativa, Carlos Sêco, agradecendo aos pintores que se associaram à iniciativa.
“Esta é a primeira de muitas que pretendemos levar a cabo”, acrescentou.
Entre o momento do leilão e o fecho desta edição, foram adquiridos os dois quadros oferecidos por Celeste Garção, uma aguarela da Capela da Misericórdia da Lousã e uma pintura a óleo de uma cozinha antiga com panelas de ferro ao lume.
J. Eliseu (Filho) e Sérgio Eliseu ofereceram igualmente obras para o leilão, ambas já vendidas, com representação de atividades rurais como a ceifa e a descamisada.
Também já têm novo dono uma aguarela da cidade de Coimbra, de Victor Costa, e um desenho a carvão da cantora Madona por Margarida Costa, cujas obras estiveram em exposição na Biblioteca Municipal, em junho. O mesmo acontece com um trabalho da pintora Teresa Rodrigues, há largos anos radicada na Lousã e com dezenas de exposições individuais e mostras coletivas no seu percurso.
Nesta fase, está ainda disponível a obra de José Costa Brites, colaborador do Trevim desde os primórdios e com longa carreira na pintura, que assina o maior quadro, com data de 1997.
A exposição pode ser visitada na rua dos Combatentes da Grande Guerra, até 31 de janeiro.
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