A Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL) fechou 2025 com um saldo positivo de 350 mil euros, recuperando do prejuízo do exercício anterior, que ascendeu a 357 mil euros negativos.
O presidente da direção, Nelson Tiago, acredita que o ano “foi de transição”, e que os números de 2025 “foram muito positivos”, embora influenciados por um apoio do Fundo de Socorro Social, no valor de 150 mil euros, e pela indemnização de 356 mil euros recebida após o incêndio na ARCIL Madeiras. A unidade ficou praticamente destruída estando a operar em instalações provisórias e de forma reduzida.
Leia a notícia completa na edição n.º 1585 do Trevim.
0 Comentários