Durante séculos, Luís de Camões dominou quase por completo o panorama da literatura portuguesa do século XVI. Mas nem tudo era camoniano e Eduardo Dias veio a provar isso.
‘De Luís de Camões a Martim de Castro do Rio: No Labirinto do Maneirismo’ é o nome do livro apresentado, dia 1, na Lousã, pelo mestre em literatura portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e docente no Agrupamento de Escolas da Lousã (AEL).
Resultado da sua dissertação de mestrado, o livro revisita o maneirismo português e destaca Martim de Castro do Rio, autor até agora praticamente desconhecido e frequentemente ofuscado pela projeção de Camões.
Na apresentação, no auditório da Biblioteca Municipal, Eduardo Dias destacou a importância da memória coletiva na construção da identidade: “o passado pertence-nos a todos, se não formos escarafunchá-lo, nunca saberemos dar valor ao que temos”.
Leia a notícia completa na edição n.º 1585 do Trevim.
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