Reunida no antigo edifício da Junta de Freguesia de Vilarinho, no dia 21, a Assembleia de Freguesia de Lousã e Vilarinho aprovou por maioria com três abstenções do PSD as Grandes Opções do Plano e as propostas de Orçamento e Plano Plurianual de Investimentos para 2019.

O orçamento global é de 423.208 euros, mais 33.721 euros em relação a 2018. As principais fontes de financiamento são o Fundo de Financiamento de Freguesias (FEF) no valor de 170.716 euros, um aumento de 8.129 euros relativamente ao orçamento anterior. Em termos de transferências por parte da Câmara Municipal da Lousã, a junta prevê encaixar 30.750 euros, sendo que a maior parte da verba se refere aos acordos de execusalientou a , D questionou o executivo, pleo motivo desta disparidade. os de execução.

Dos impostos diretos, em especial do Imposto Municipal sobre Imóveis, a junta prevê receber 31.000 euros, 16 mil referentes aos prédios urbanos e 15 mil aos prédios rústicos. Paulo Magro, eleito pelo PSD, questionou o executivo, pelo motivo desta disparidade. Em resposta, António Marçal, presidente da Junta de Freguesia, salientou a existência de uma alteração ao Código do Imposto Municipal, havendo um “conjunto de isenções”. “O que eu tenho defendido é que as freguesias deveriam ter uma participação sobre o IMI urbano de maior valor porque pagar 1% numa união de freguesias como esta que abrange toda a malha urbana, não é adequado. O valor de 10% permitiria aí sim ter uma capacidade financeira de resposta, mas infelizmente ainda não foi desta vez que ficou feito”.

No capítulo das despesas, a fatia maior destina-se ao pessoal, numa percentagem de 65, 8%, correspondente ao valor de 178.750 euros. A seguir, surge a aquisição de bens e serviços (28,79%) equivalente a 78.140 euros.

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