Conforme havia declarado em Serpins, há três semanas, o primeiro ministro António Costa presidiu dia 4, em Miranda do Corvo, à cerimónia pública de lançamento da primeira empreitada que reinicia as obras no corredor do Ramal da Lousã, em 30 km de extensão, entre Serpins e o Alto de São João, em Coimbra, depois de em 2009 as obras de instalação de um Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) terem sido suspensas.

Uma vez que o sistema a instalar já não é o mesmo que a primeira obra previa, esta primeira empreitada agora lançada prevê intervenções na infraestrutura, em 13 pontes e pontões e nos sete túneis existentes no antigo canal ferroviário, de forma a adaptar o já existente no terreno às características do novo tipo de transporte. Intervenções que custam 25 milhões de euros.

De acordo com o concurso lançado na plataforma governamental (visível em www.anogov.com), esta empreitada, intitulada “Adaptação a uma solução BRT – Metrobus”, tem um prazo de candidatura para as empresas interessadas até 2 de maio, sendo a data limite para esclarecimento, erros e omissões o dia 3 de março. Depois de adjudicada, a obra tem um prazo de execução de 15 meses. Para assegurar serviços de assessoria, fiscalização e coordenação de segurança foi lançado, no mesmo dia, outro procedimento concursal, orçado em 1,6 milhões de euros.

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