“Destruir a ferrovia é fazer o país andar para trás, é deixar as populações entregues ao abandono” disse Ana Mesquita, deputada do Partido Comunista Português da Assembleia da República, durante uma ação de protesto, organizada pela CDU (PCP/PEV) de Coimbra, contra o encerramento da estação Nova e em defesa do comboio e da Baixa.

Na manifestação, realizada no dia 12 de abril, em frente à estação de Coimbra-A, a deputada defendeu a reposição, modernização e a eletrificação do Ramal da Lousã e a valorização da estação Nova como peça fundamental na ligação desta linha à rede ferroviária nacional. “Isso sim defenderia os interesses de toda uma região em vez de aniquilar uma estação que faz falta às pessoas” reforçou, sublinhando que “para as populações que vão até à Lousã, o comboio é um meio de transporte que faz muita falta”.

Uma ideia apoiada pela candidata do CDU ao Parlamento Europeu, Isabel Pires de Souto, que recordou os “85 milhões de euros gastos com recurso a fundos europeus na implementação do Metrobus, no âmbito do Sistema de Mobilidade do Mondego”.

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