Perante a recente proposta de lei do governo que visa a criação de novas freguesias, o “Movimento Cívico Refutar”, acredita que o “processo da restituição do estatuto da freguesia de Vilarinho poderá ter um fim à vista”.

Agregada à freguesia da Lousã no seguimento da reforma administrativa de 2013, durante a qual foram unidas 1168 freguesias, Vilarinho “viu-se destituída do normal progresso de uma freguesia que se caraterizava pela proximidade e valorização”. Baseando-se na dimensão do território onde está inserida e à falta de recursos humanos e económicos da “União de Freguesias”, o movimento considera que a alteração de 2013 “penalizou Vilarinho a todos os níveis”.

Segundo a nova proposta, remetida pelo Secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel para parecer da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e da Associação Nacional de Freguesias (Anafre), e posteriormente remetida ao parlamento após aprovação em Conselho de Ministros, a criação de novas freguesias está dependente de terem, um “número de eleitores igual ou superior a 2% dos eleitores do respetivo município, não podendo ser inferior a 1150 eleitores por freguesia”, como é o caso de Vilarinho.

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