Um grupo de cidadãos vai homenagear o escritor Mário Braga amanhã, sexta-feira, às 17 horas, na Serra da Lousã, numa sessão pública ao ar livre comemorativa do centenário do nascimento do autor neorrealista, falecido há cinco anos.

A evocação vai decorrer na antiga eira do Talasnal, uma das “aldeias do xisto” do concelho da Lousã, cujos habitantes inspiraram o livro de contos “Serranos”, sua segunda obra literária, publicada quatro anos depois de “Nevoeiro” (1944).

Romancista, contista e tradutor, Mário Augusto de Almeida Braga nasceu em Coimbra, em 1921, e morreu em Lisboa, em 2016, com 95 anos.

Na década de 1940, em Coimbra, foi editor da revista “Vértice”, tendo igualmente vivido e trabalhado na Lousã, onde ainda residem familiares seus.

Numa casa de xisto do Talasnal, que atualmente pertence a familiares de Mário Braga, será descerrada uma loisa com inscrições alusivas ao centenário do criador de “Serranos”.

A iniciativa inclui intervenções de José Ricardo Almeida, Ana Braga e outros familiares do homenageado, sendo apoiada pela empresa Montanhas de Amor, Associação São Lourenço, Cooperativa Arte-Via e jornal Trevim.

Licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Mário Braga foi professor durante alguns anos.

Foi também diretor-geral da secretaria de Estado da Comunicação Social e membro do Conselho Consultivo das Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian.

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