A Câmara da Lousã criticou uma manobra de fogo tático realizada no dia 17 de agosto, no âmbito do combate ao incêndio que começou três dias antes junto ao Candal e que consumiu mais de 3.000 hectares no concelho.
O presidente da autarquia, Luís Antunes, disse na última sessão pública do executivo, em 1 de setembro, que a ação foi “desnecessária e penalizadora no que respeita à área afetada” pelo fogo.
A medida de fogo tático, na cumeada entre a antiga estrada nacional 236, na zona da Fonte Fria, e o parque eólico, atingiu uma área dos Baldios do Candal, Cerdeira e Catarredor e também do Casal do Catarredor, abrangendo povoamentos florestais e zonas de nascentes dos lugares limítrofes.
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