A poucos meses da anunciada entrada em funcionamento do 'metrobus', apontada até ao fim de 2025, a assembleia geral da Metro Mondego (MM) aprovou a substituição de dois vogais executivos do conselho de administração, no dia 2, uma decisão logo criticada pelos municípios de Lousã e Miranda do Corvo.
Por proposta do Estado, maior acionista da empresa (53%), Eduardo Barata e Teresa Jorge foram demitidos dos cargos com efeitos desde o dia 4, com votos favoráveis dos proponentes, bem como da Câmara de Coimbra (14%) e da Infraestruturas de Portugal (2,5%), que somam cerca de 69,5% das ações.
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