Com uma ligeira recuperação em 2024, a produção de mel da Serra da Lousã regressou à tendência de anos anteriores, registando desta vez quebras acima dos 50% e, nalguns casos, na ordem dos 80%.
Segundo António Carvalho, presidente da Cooperativa Lousãmel e apicultor há cinco décadas, “já lá vai o tempo em que aceitávamos aqui 30 toneladas de mel”. À semelhança de outras épocas, um dos principais culpados voltou a ser o clima.
“Em março e abril choveu intensamente e é a altura em que as abelhas vão às urzes. No geral, a flor ficou lavada, nem para pólen. As abelhas só conseguiram arranjar algum néctar em castanheiros”, explicou.
Leia a notícia completa na edição n.º 1574 do Trevim.
Não sou apicultor, mas creio que os nossos baldios de Serpins têm boas aptidões para desenvolvimento da apicultura.
Criem um apiário bem localizado,
entusiasmem as pessoas, plantem uma área com urzes ou outros alimentos e talvez que a ideia tenha pernas para andar.
O Sr. Carvalho é a pessoa certa para desenvolver a ideia