Maria Celeste Garção Nunes, professora de português e francês, viveu apaixonadamente a sua profissão, mas, sempre com um carinho especial pelas belas artes. Após a aposentação entrou no mundo da pintura, tendo já participado em várias exposições coletivas e individuais.
Como nasceu o gosto pela arte? Ainda na infância?
Desde cedo manifestei o gosto pelo desenho, a pintura e a escrita. A minha avó paterna tinha o curso de pintura com 20 valores e na família diziam que saia a ela (desenhava muito a carvão, como ela). Mas eu gostava de muita coisa, nomeadamente a escrita. Tive dificuldade em escolher uma área profissional, quando tive de decidir.
Adorava física e química, português, línguas estrangeiras e teria adorado ir para belas artes. Mas…eram outros os tempos e belas artes não davam pão…dizia o meu pai.
Sempre fiz muitos trabalhos artesanais, desenho, pintura, escultura, artes decorativas, objetos que inventava e garantiam as prendas originais para os amigos/as. O artesanato aconteceu com várias técnicas e participação em feiras. A pintura foi eternamente adiada até à aposentação. Vivi intensamente a minha profissão de professora de português e francês, dinamizando muitos projetos e cargos escolares. Mas a aposentação e o encontro com os mestres Eliseu determinaram a concretização do sonho.
Leia a notícia completa na edição n.º 1580 do Trevim.
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