Nove meses após o incêndio de agosto de 2025, há pessoas e empresas a braços com prejuízos avultados que subsistem graças ao apoio de amigos, familiares, vizinhos e clientes.
No Carvalhal, freguesia de Serpins, a exploração biológica Belaberry – Mirtilos da Lousã é um desses exemplos.
Prestes a iniciar uma nova colheita dos frutos com uma “logística montada de improviso”, a empresa continua sem saber o desfecho da sua candidatura às ajudas do Estado, através da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).
“Foi feita há meses e está em análise. Não tivemos resposta, andamos a ligar, a mandar ‘e-mail’ e nada”, disse ao Trevim Filipe Pratas, que fundou o projeto com Raquel Misarela.
Todavia, a validação dos prejuízos “foi feita pela própria CCDRC, que esteve cá no terreno”, acrescentou.
Leia a notícia completa na edição n.º 1588 do Trevim
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