Os compartes de Serpins rejeitaram, em assembleia realizada no dia 5, um novo acordo de delegação de poderes proposto pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) para a gestão dos baldios do Sobral, Braçal e Cabeça Gorda.
O anterior regime de cogestão entre o Estado e as comunidades locais terminou em janeiro, cinco décadas após a entrada em vigor da Lei dos Baldios.
Na sequência desse termo, o ICNF passou a propor novos acordos para assegurar a gestão das áreas comunitárias, cujo conteúdo originou contestação pública e críticas da associação da BALADI – Federação Nacional dos Baldios.
Um acordo a 30 anos, em que o ICNF se assume como responsável “pela execução de todas as ações e atividades de gestão dos recursos florestais” e arrecada 40% da receita bruta obtida com a venda de material lenhoso.
Leia a notícia completa na edição n.º 1589 do Trevim.
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