A Cafetaria do Teatro Municipal da Lousã foi palco, no dia 25 de julho, da apresentação de “Do Rio da Prata às Beiras”, o romance assinado por José Avelino Gonçalves.
À semelhança dos livros anteriores, o autor buscou inspiração no “terroir arqueológico” do Tribunal da Covilhã, centrando a sua atenção num período que vai de 1816 a 1826. “Resgatei dos arquivos não apenas a grande história — como as defesas do castelo de Monsanto ou a impressionante transumância de 700 ovelhas de Dona Bárbara Rombo do Tortosendo —, mas também a pequena e deliciosa comédia humana do quotidiano”. Foi esse documento, já visivelmente debilitado pelo tempo, que o juiz natural de Vilarinho e a residir na Covilhã fez questão de mostrar na sessão que ocorreu na Lousã.
Leia a notícia completa na edição n.º 1593 do Trevim.
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