O presidente da Câmara da Lousã defendeu na Silveira de Baixo, no dia 6, que importa salvaguardar a memória de Manuel Louzã Henriques (1933-2019) para que a possamos projetar no futuro.
Na inauguração de uma obra de arte evocativa de Louzã Henriques, no exterior da capela de São Lourenço, Victor Carvalho disse que o legado do médico e etnólogo “permanece vivo”, sobretudo “na consciência de todos aqueles que reconhecem a importância de preservar a memória como fundamento da nossa identidade”.
“O património, a história e a liberdade são bens que importa preservar e transmitir às gerações futuras”, acrescentou, após descerrar a efígie do homenageado, desenhada por Carlos Sêco numa loisa de xisto, uma iniciativa integrada no V Diásporas Mil da Serra da Lousã.
Victor Carvalho foi o primeiro presidente da Câmara a intervir nestes eventos, como salientou Casimiro Simões, presidente da direção da Associação São Lourenço.
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