A ARCIL – Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã foi criada em 25 de junho de 1976, através de escritura pública celebrada por um grupo de lousanenses. Cinquenta anos depois, o atual presidente da direção, Nelson Tiago, reflete sobre o passado, os novos desafios da inclusão e o futuro da instituição, cujo universo era inicialmente o das crianças inadaptadas do concelho.
Qual foi a maior conquista da ARCIL nestes 50 anos?
Contribuir para que as pessoas tivessem um novo olhar sobre a deficiência. Há 50 anos, o modelo de apoio era muito baseado no assistencialismo e na visão médica da doença.
Hoje e no futuro, o foco tem de estar na pessoa e nos seus direitos. É perceber que cada pessoa quer ser parte ativa da comunidade e que muitos dos problemas já não estão na deficiência, mas na comunidade, quer nas barreiras físicas, quer nas mentalidades, quer nas dificuldades de acesso a serviços.
É importante continuarmos a trabalhar para essa visão, porque é o caminho para a inclusão.
Leia a entrevista completa na edição n.º 1591 do Trevim
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