A montante da entrega do jornal Trevim na sua caixa de correio pelos CTT, desenvolvemos uma série de procedimentos para que nada falhe na nossa responsabilidade com os assinantes, leitores em geral e anunciantes.

1 – Fecho da edição – de quinze em quinze dias à terça-feira.

2 – Envio dos PDF (suportes digitais), imediatamente após o fecho, para a FIG, em Coimbra, empresa que imprime o jornal na sua rotativa, normalmente durante a madrugada.

3 – Quarta-feira – A FIG procede à entrega do jornal nos serviços dos CTT, em Taveiro, não havendo registo de falha nas operações que lhe estão confiadas.

4 – Os CTT tratam da expedição para os centros de distribuição postal, Lousã incluída.

5 – Serviços dos CTT são os responsáveis pela entrega nas caixas de correio dos nossos assinantes.

Garantimos a execução dos procedimentos referidos nos pontos 1,2 e 3 a tempo e horas, mesmo que tal signifique um esforço horário acrescido dos colaboradores do jornal.

As tarefas indicadas nos pontos 4 e 5, estão cometidas à empresa CTT, cobrando por isso um valor mensal que importa em várias centenas de euros, na expetativa de que o jornal seja entregue atempadamente ao assinante.

Lamentavelmente, com mais ou menos intensidade de edição em edição, somam-se as reclamações de assinantes por receberem o jornal vários dias depois da publicação (quinta-feira) e da sua entrega quinzenal nos serviços de expedição postal, incluindo o da Lousã.                   

De acordo com o contrato de correio editorial nacional, a distribuição dos jornais quinzenais (como o Trevim) têm que ser efetuadas até três dias úteis, ou seja quinta, sexta e segunda-feira, o mais tardar.

Demasiadas vezes isso não acontece e o Trevim vê o seu nome e reputação postos em causa devido a atrasos dos CTT na entrega dos jornais aos nossos assinantes.

Sucedem-se as nossas reclamações junto da empresa e disponibilizam-nos um formulário eletrónico para que prestemos um serviço de alerta, que não pagam. Parece a gestão dos CTT ignora a monitorização da qualidade dos serviços aos seus clientes.

Pela nossa parte, contando sempre com a colaboração e compreensão dos nossos assinantes, vamos continuar a reclamar junto dos serviços dos CTT e dar conta desta grande insatisfação junto da Associação Portuguesa da Imprensa, ANACOM – Autoridade Nacional de Comunicações e DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor e Ministério das Infraestruturas e Habitação (tutela)

Fortunato de Almeida

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