O concurso para a reabilitação do antigo Centro de Saúde da Lousã ficou deserto pela segunda vez, adiantou a Fundação ADFP, de Miranda do Corvo, em comunicado.
A obra, que previa financiamento ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na condição de estar terminada até agosto de 2026, irá criar espaço para 100 camas, sendo 57 destinadas a Equipamento Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), no âmbito do processo iniciado pela Santa Casa da Misericórdia da Lousã, antiga proprietária do edifício.
Saiba mais na próxima edição do Trevim, na bancas dia 4 de setembro.
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