José Moreira, provedor municipal das Pessoas com Incapacidade, reflete sobre as acessibilidades no concelho da Lousã por ocasião do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
Diria que a Lousã é um bom exemplo em acessibilidades para pessoas com incapacidade e deficiência?
É uma vila de boas práticas na área das acessibilidades. Mas, além das barreiras arquitetónicas, há outra igualmente importante e que a Lousã ultrapassou: a atitude, o que para mim é fundamental.
Por ter tido, praticamente após a implementação da democracia em Portugal, uma instituição como a ARCIL, criou-se uma personalidade de aceitação e convivência de igual para igual com a deficiência.
A Câmara e os nossos presidentes sempre tiveram mais recetividade sobre as causas da deficiência, ao ponto de antes de haver legislação, a primeira foi em 1999, a Lousã já ter rampas para pessoas com cadeira de rodas. A rampa mãe foi criada na Câmara da Lousã.
Leia a entrevista completa na edição n.º 1575 do Trevim.
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