Aprovada pelo executivo a 2 de dezembro, a redução da taxa de IMI de 0,39% para 0,38% foi autorizada, no dia 10, pela maioria da Assembleia Municipal (AM) da Lousã, apenas com o voto contra do único eleito do Chega.
“É só uma centésima, é ridículo”, disse José Ferreira, na reunião da AM, que foi de carácter extraordinário, criticando, todavia, o agravamento da taxa para imóveis devolutos previsto no documento. Na sua opinião, é preferível “promover a isenção para pessoas que os queiram recuperar”, ao invés de os “penalizar cada vez mais”.
Ao considerar que a proposta “é equilibrada e garante a sustentabilidade do município”, o líder da bancada do PS, João Melo, recordou “que esta é a política que o atual executivo tanto criticou quando era oposição”.
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