O ferroviário reformado António Mendes, um dos fundadores do Movimento de Defesa do Ramal da Lousã (MDRL), testemunhou o arranque dos carris, em finais de 2009, em Serpins, na presença dos então presidentes das câmaras da Lousã e Miranda do Corvo, Fernando Carvalho (PS) e Fátima Ramos (PSD), respetivamente.
Aos 89 anos e com mais de 40 ao serviço da CP, foi experimentar o ‘metrobus’ com a esposa, Isaura Mendes, um dia após os autocarros elétricos terem começado a circular com passageiros no antigo ramal.
“Estou a gostar, até é confortável”, declarou ao Trevim, embora, ainda mantendo dúvidas quando comparado com o comboio, que disse ter “um lugar especial no coração”.
Leia a notícia completa na edição n.º 1577 do Trevim.
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