Decorreu, no passado dia 6, mais uma viagem experimental do Metrobus. O objetivo era testar este serviço de transporte no que diz respeito à acessibilidade. Para o efeito, foi convidado José Moreira, provedor municipal das pessoas com incapacidade da Lousã, que avaliou a viagem na perspetiva de um passageiro sem visão. No mesmo dia, também embarcaram pessoas em cadeira de rodas que, a avaliar pela forma como entraram e saíram do veículo, ficaram satisfeitas com o serviço nesta ligação entre Lousã e Serpins.
Em declarações ao Trevim, José Moreira fez um balanço positivo, embora tivesse de chamar a atenção para alguns aspetos ainda a precisar de correção. É o caso da informação sonora “tão necessária para passageiros cegos, como para distraídos”, referiu o provedor municipal. No dia do teste, só à terceira viagem José Moreira viu satisfeito o pedido de ouvir o aviso sonoro (em português e inglês), dando conta do local de paragem e do destino a seguir. Ao lado do provedor municipal, sempre solícita, esteve Olga Silva, diretora de qualidade, ambiente e segurança da Metro Mondego.
Leia a notícia completa na edição n.º 1570 do Trevim.
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