Os centros comerciais Anabela, Lousã e Tivoli resistem às transformações nos hábitos de consumo dos lousanenses, embora com menos clientes a visitá-los e com mais negócios a encerrar as portas.
A calçada portuguesa une os estabelecimentos comerciais na Praceta do Mercado, das lojas exteriores à entrada principal de cada centro comercial. O estacionamento atrás do Mercado Municipal está sempre cheio e, ao fim do dia, é comum haver crianças a brincar e pessoas a conviver no pequeno largo, semelhante a um parque de merendas, ainda que sem espaços verdes e cercado por carros e prédios.
À entrada do Tivoli, funciona desde 2006, o Cantinho dos Leitões, café de José Cerqueira. Há uns anos, recorda o empresário, o centro comercial “estava mais composto, tinha mais lojas”, tal como os outros dois. Nos dias de mercado, especialmente ao sábado de manhã, há mais movimento na praceta e no seu estabelecimento, mas menos do que antes. “Era um bom dia mas, agora, há menos gente”, afirma. No auge do comércio lousanense na zona, José chegou a comercializar um leitão inteiro só aos sábados de manhã, mas com o passar dos anos as pessoas afastaram-se e a venda de sandes de leitão deixou de compensar.
Pedro Cunha
Leia a reportagem completa na edição n.º 1566 do Trevim.
0 Comentários